terça-feira, 12 de março de 2013

Deus procura valentes


Deus procura homens e mulheres de fé valentes, corajosos, destemidos, intrépidos e audaciosos para fazer uma parceria e realizar obras grandiosas através dessa pessoa. Deus achou Davi, Abraão, Josué e Calebe porque eram homens valentes. Na Sua Obra, também usou mulheres como Rute, Ester, Noemi e outras tantas. Nos dias de hoje, não é diferente, pois Ele também almeja nos usar, mas é preciso coragem para assumir essa fé e tomar atitudes.


Não são poucas as jovens que sonham em formar família, encontrar um companheiro para fazer parceria e construir um lar. Até mesmo as que foram fracassadas no primeiro e no segundo casamento ainda nutrem dentro de si um desejo de ser feliz na vida sentimental. Nenhuma mulher quer se casar com um homem covarde. Acredito que muitas devem pensar: “Se o meu namorado, ou futuro marido, não me dá segurança enquanto estou solteira, certamente não me dará quando nos casarmos.” Nesse caso, é melhor não se casar.

Toda mulher procura no homem a sua proteção, segurança. Ela é a parte mais dócil, frágil e, como tal, deseja encontrar alguém que a sustente e lhe dê condições. O homem agrada a mulher quando a assume. Ela fica decepcionada quando encontra um sujeito frouxo, débil, sem caráter. Verifique, por exemplo, que quando a mulher é a cabeça do homem, o casamento é um fracasso, visto que ela é a criatura que tem de receber segurança do companheiro, e não o contrário.

Para que Deus faça parceria com o ser humano, Ele precisa encontrar nele segurança. Quando Gideão falou com Deus: “Se o Senhor é conosco…”, lançou uma pergunta duvidosa. Quer dizer, ele foi audacioso, “prepotente”. Mas, o Senhor lhe disse: “Vai nessa tua força.” Em outras palavras, Deus disse: “Eu te escolhi porque és uma pessoa intrépida, corajosa.”
Portanto, essas pessoas que manifestam a fé é que agradam a Deus. A fé inteligente agrada o Altíssimo. Sem fé é impossível agradá-Lo. Mas, para isso, deve ser essa qualidade de fé e não aquela, débil, misturada com emoção e entusiasmo.

Vejamos o exemplo de Jesus que, para ressuscitar a filha de Jairo, foi necessário primeiro mandar todos que estavam chorando, os emotivos, saírem da sala. Eles tiveram que sair para que o milagre pudesse ser realizado. A emoção engessa a verdadeira fé e não permite que tomemos posse das promessas de Deus.
A fé inteligente não se deixa levar pelas circunstâncias e nem pelos sentimentos. Avalie bem a sua fé e verifique se de fato e de verdade se ela tem funcionado. Do contrário, chegará à conclusão de que não tem funcionado, justamente, por estar misturando fé com emoção.
Deus abençoe a todos.

Bispo Macedo

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