terça-feira, 6 de agosto de 2013

A morte

                       
A Bíblia mostra que há dois tipos de morte: a física e a espiritual
Acompanhando a definição de vida, podemos traduzir morte como sendo a parada, em animais e plantas, de todo tipo de atividade manifestada em funções orgânicas.

Em relação aos seres humanos, a Medicina estabelece ainda a morte cerebral, isto é, o cessar das atividades do cérebro, o qual comanda todo o corpo, podendo ocorrer mesmo quando algumas funções orgânicas permanecem ativas, com o auxílio de aparelhos, como é o caso da respiração (mantida pelo chamado pulmão artificial) e dos batimentos cardíacos.

A polêmica está centrada exatamente na questão do momento da morte, pois para serem transplantados com sucesso, os órgãos precisam ser retirados dos doadores enquanto as funções orgânicas estão perfeitas, embora no cérebro a morte já tenha ocorrido.

As pessoas, na sua maioria, segundo recentes pesquisas, não confiam no diagnóstico dos médicos quanto à morte cerebral e temem que erros possam ser cometidos.
Do ponto de vista bíblico, existem dois tipos de vida: a terrena, deste mundo, e a eterna, junto ao Pai. Existem também dois tipos de morte: a física e a espiritual. A física é quando o espírito deixa o corpo, que volta ao pó; a espiritual é o eterno afastamento de Deus, a condenação eterna.

A maior escolha que o ser humano tem a fazer enquanto está neste mundo é, na verdade, onde vai querer passar a eternidade: no céu ou no inferno. A Palavra de Deus é bastante clara quanto à existência da vida após a morte, questão esta que a humanidade vem tentando esclarecer desde tempos remotos: “Quando vier o Filho do Homem na sua majestade e todos os anjos com ele, então, se assentará no trono da sua glória; e todas as nações serão reunidas em sua presença (...) Então, o Rei dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos.

Porque tive fome, e não me destes de comer; tive sede, e não me destes de beber; sendo forasteiro, não me hospedastes; estando nu, não me vestistes; achando-me enfermo e preso, não fostes ver-me. E eles lhe perguntarão: Senhor, quando foi que te vimos com fome, com sede, forasteiro, nu, enfermo ou preso e não te assistimos?

Então, lhes responderá: Em verdade vos digo que, sempre que o deixastes de fazer a um destes mais pequeninos, a mim o deixastes de fazer. E irão estes para o castigo eterno, porém os justos, para a vida eterna.” (Mateus 25.31-46)

O Senhor Jesus, durante a Ceia, confortou os Seus discípulos, falando-lhes a respeito do maravilhoso porvir que os aguardava, o lar celestial, a casa do Pai: “Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar.” (João 14.2).

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