sexta-feira, 9 de agosto de 2013

O lugar da esposa

                        
Felicidade no casamento existe e está à disposição daquelas que estão prontas para sacrificar os próprios desejos e o orgulho
Muitos casamentos acabam em divórcio por causa de um problema muito comum chamado "inversão de papéis". O marido vive em função de suas ambições e sonhos, enquanto a esposa quer controlar a vida de todos de uma só vez: a dela, a de seu marido e a de seus filhos. É exatamente aí que o casamento e a família se transformam num verdadeiro caos.

Deus nos ensina através de Sua Palavra, dizendo: "As mulheres sejam submissas ao seu próprio marido, como ao Senhor; porque o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja, sendo este mesmo o salvador do corpo. Como, porém, a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo submissas ao seu marido" (Efésios 5:22-24). Submeter-se não significa tornar-se uma escrava ou capacho, mas, sim, permitir que nossos maridos tomem a decisão final. Afinal de contas, imagine se não houvesse primeiros ministros, presidentes, gerentes, supervisores, diretores e todos aqueles que têm a responsabilidade de dar a última palavra em diversos assuntos do nosso cotidiano? Seria uma bagunça todos os dias e em todo lugar!

A esposa é definida como a igreja, que representa o corpo. O corpo está sujeito à vontade da cabeça. Ele trabalha em submissão a tudo o que a cabeça decide e deseja. Quando está doente, a cabeça também fica doente. Quando está com gripe, a cabeça também fica gripada. A recíproca também é verdadeira: Quando a cabeça está feliz, o corpo pula e dança! Quando a cabeça quer alguma coisa, o corpo se sacrifica para obtê-la. Um precisa do outro e este é o mistério de Gênesis 2:24, que diz: "Por isso, deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne." Ser um é compreender, estar de acordo e viver em paz um com o outro, e não o contrário. Muitas esposas não entendem isso e acabam infelizes e incompletas. E como se não bastasse, seus filhos crescem tendo a mesma raiva e descrença no que se refere ao casamento. Não nos surpreende o fato de haver tantas mães solteiras jovens hoje em dia.

Certa vez, uma senhora me enviou um e-mail dizendo que era fácil para mim dizer tais coisas, pois sou casada com um homem de Deus. Como ela poderia ser esse tipo de esposa se o seu marido estava sempre alcoolizado e nunca trazia dinheiro para casa? Bem, o que dizer então de 1 Pedro 3:1,2? "Mulheres, sede vós, igualmente, submissas a vosso próprio marido, para que, se ele ainda não obedece à palavra, seja ganho, sem palavra alguma, por meio do procedimento de sua esposa, ao observar o vosso honesto comportamento cheio de temor." Esse temor não significa ter medo do seu marido, mas é ter temor a Deus no seu coração para praticar a Sua Palavra como uma boa esposa, mãe e dona-de-casa. Um marido que vê a sua esposa fazer coisas que ele não faz, acabará se sentindo culpado (isto é, se ele for humano!) e começará a mudar o seu comportamento em relação a ela também.

Felicidade no casamento existe e está à disposição daquelas que estão prontas para sacrificar os próprios desejos e o orgulho a fim de executarem os seus devidos papéis. Quando marido e mulher sabem quais são os seus papéis dentro do casamento, tudo fica no seu devido lugar e eles passam a ser aquele casal feliz que sempre sonharam desde que se viram pela primeira vez.

Fonte: Trecho do livro "Melhor do que Comprar Sapatos" (arca universal)

Nenhum comentário:

Postar um comentário