segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Cuidado com o ciúme

                    
O que fazer para não deixar esse sentimento acabar com o seu relacionamento?
O ciúme está entre os principais motivos para a maioria dos divórcios. Pode ser nosso pior inimigo. Movidos por ele, muitas vezes, tomamos atitudes impensadas e podemos por um relacionamento a perder. Mas como lidar com ele? O que fazer para que não atrapalhe o namoro ou o casamento?

Grande parte das mulheres reclama que sente ciúme do companheiro ao vê-lo com amigas ou fazendo contado com elas em sites de relacionamento. Para quem já foi traída, o sentimento é ainda pior, pois a desconfiança aumenta mais.

Mas esse parece ser apenas um lado da questão. Na maioria dos casos, o homem não se esforça muito para não evitar esse tipo de situação e, mesmo sendo casado, acaba tendo atitudes que podem contribuir para aumentar a desconfiança da companheira.

O que fazer?

Existem condutas que podem ajudar os casais contra o ciúme. O bispo Renato Cardoso dá dicas nesse sentido no blog Intellimen. Para ele, há atitudes simples que podem auxiliar cada mulher a lidar com o problema: “No momento do ciúme infundado, lembre-se que ele está com você, não com outra.”

Outra medida que pode ser tomada é impor limites: “Há coisas aceitáveis e inaceitáveis em uma relação. Ter contatos indevidos com outras mulheres por telefone ouinternet não é aceitável. Fale com seu companheiro e, se ele não aceitar, ele não serve para você, pois tem padrões e valores mais baixos que os seus.”

O bispo também alerta que muitos casais cometem um grande erro em comum: “As pessoas, de forma geral, agem muito no impulso. A gente pode ser muito inteligente, mas na hora da dor tendemos a reagir de acordo com o que estamos sentindo naquele momento.”

Nessa hora, sentimentos como a raiva, a vontade de dar o troco e a tristeza sobressaem: “Os casais, na sua grande maioria, agem baseados na emoção, o que gera vários problemas. Daí vem traição, o ciúme, as brigas. O maior problema é que as pessoas não se conhecem emocionalmente e não sabem lidar com as emoções do outro”, conclui o bispo.

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